O sistema muda em uma velocidade inédita.
Agentes ajudam a implementar, revisar e investigar em paralelo. O volume de mudanças deixa de caber nos mesmos rituais informais de compartilhamento.
Bondia Workspaces
Memória operacional para sistemas reais
A IA multiplica a capacidade de produzir software — e também o volume de decisões, abstrações e relações que precisam ser compreendidas. O Bondia Workspaces estrutura essa memória para que pessoas e agentes operem sobre o mesmo contexto.
Alpha 0.x · Para avaliação e desenvolvimento local
Bondia Workspaces
Memória operacional
O novo gargalo é contexto
Mais código pode ser escrito, analisado e alterado em menos tempo. Cada avanço, porém, acrescenta decisões, dependências, convenções e novas camadas de abstração ao sistema.
Ao mesmo tempo, parte do trabalho passa a ser mediada por agentes. A equipe chega mais rápido ao resultado, mas percorre menos o código, a investigação e as decisões que antes ajudavam a fixar o conhecimento sobre o sistema.
Agentes ajudam a implementar, revisar e investigar em paralelo. O volume de mudanças deixa de caber nos mesmos rituais informais de compartilhamento.
Ao delegar parte da implementação, técnicos participam menos do percurso que consolidava o aprendizado: explorar o código, testar hipóteses, encontrar restrições e compreender por que cada decisão foi tomada.
Componentes, serviços, integrações, regras e automações se acumulam. Entender uma tarefa passa a exigir relações que raramente estão em um único documento.
A memória informal com a qual técnicos estavam acostumados perde alcance: há mais para compreender e menos vivência direta para reter. Agentes também encerram sessões. Sem memória persistente, ambos reconstroem o sistema antes de agir.
Memória como infraestrutura
Uma memória útil conecta o que existe, por que existe, como se relaciona, o que aconteceu e quais limites precisam ser respeitados. Ela transforma registros dispersos em contexto recuperável para a próxima decisão.
O objetivo não é fazer a equipe lembrar de tudo. É dar a pessoas e agentes uma estrutura confiável para reencontrar o contexto, tomar decisões coerentes e devolver o aprendizado ao sistema.
O que muda na prática
O trabalho pode ser concluído sem uma plataforma de memória. A diferença está em quanto contexto precisa ser reconstruído, quantos riscos permanecem invisíveis e quanto aprendizado sobrevive para a próxima tarefa.
Implementar uma melhoria
A equipe parte do ticket e do repositório. Precisa descobrir quais componentes autenticam usuários, quem consome as sessões, por que a regra atual existe e quais incidentes já ocorreram.
A melhoria já está ligada à aplicação, aos componentes, às regras de negócio, às decisões arquiteturais, aos incidentes anteriores e aos procedimentos que podem ser afetados.
Resultado Análise de impacto mais completa e menos risco de criar uma solução localmente correta, mas incompatível com o restante do sistema.
Solucionar um ticket
O chamado traz o sintoma. Antes de investigar, alguém precisa descobrir quem mantém o serviço, onde ele roda, como o retry funciona, qual deployment está ativo e onde observar a fila.
O ticket conduz à aplicação, ao componente de envio, à integração externa, ao runtime, aos sinais de saúde, à regra de idempotência e aos incidentes ou procedimentos relacionados.
Resultado O ticket deixa de ser um relato isolado e se torna uma entrada para o contexto técnico e operacional necessário à investigação.
Encontrar um procedimento
A busca passa por wiki, Drive, repositórios e conversas. É possível encontrar várias versões do runbook sem saber qual está vigente ou se ela se aplica àquele componente e ambiente.
O runtime degradado aponta para o procedimento aplicável, com escopo, versão, condições de uso, sequência de diagnóstico, permissões necessárias e histórico relacionado.
Resultado A equipe não encontra apenas um documento: encontra o procedimento correto para a situação que está enfrentando.
Avaliar uma mudança
Uma busca no código encontra produtores e consumidores conhecidos, mas pode não revelar integrações externas, dependências operacionais ou clientes que ainda utilizam o contrato.
A topologia relaciona o webhook a aplicações, componentes, repositórios, integrações, decisões e trabalho anterior. Pessoas e agentes conseguem revisar o impacto sobre um mapa compartilhado.
Resultado Relações que não aparecem em um único repositório passam a fazer parte da decisão antes que a mudança seja executada.
Memória que melhora com o trabalho
Diagnósticos, decisões e resultados podem atualizar procedimentos, regras, topologia e melhorias. Assim, cada tarefa não apenas consome contexto: ela deixa o sistema mais compreensível para a próxima pessoa ou agente.
Instalação por topologia
Escolha uma instância local completa ou publique um servidor e conecte cada projeto por um cliente MCP com credencial própria.
Um comando cria API, UI e dados e configura Codex ou Claude Code no projeto consumidor.
Seguir o quickstart localO servidor mantém containers, dados e segredos sem escrever configuração de agente.
Configurar o servidorO projeto recebe MCP e skills e acessa a API compartilhada com uma chave individual e escopo próprio.
Conectar um clienteEntregue o fluxo local ao agente: ele verifica o ambiente, executa o setup e valida o MCP.
Copiar o prompt de instalaçãoPlataformas: veja os pré-requisitos para macOS, Linux e Windows com WSL2. Windows nativo não é suportado.
Onboarding assistido por skills
Skills starters ajudam o modelo a encontrar evidências em código, manifests e documentação, comparar o resultado com o catálogo e preparar um inventário para revisão. Assim, a equipe valida o contexto em vez de transcrevê-lo inteiro à mão.
$biaws-discover-application
Identifica aplicações, componentes, repositórios e integrações em manifests, contratos, documentação e pontos de entrada.
Cada candidato inclui fonte, confiança e lacunas.$biaws-discover-infrastructure
Converte Docker, Kubernetes, infraestrutura como código, CI/CD e runbooks em uma proposta de topologia operacional.
Descoberta estática, sem probes ou deploys automáticos.$biaws-discover-secret-inventory
Mapeia nomes, escopos, consumidores e provedores a partir de referências seguras, sem abrir credenciais ou cofres.
Valores nunca são lidos, exibidos ou registrados.Modo proposta por padrão. O modelo separa fatos de inferências, mostra as evidências e só altera o workspace depois da aprovação.
Capacidades disponíveis
O trabalho recente ampliou o BIAWS de um workspace de operação para uma base mais completa de harness engineering.
Conhecimento normativo em Markdown, organizado por aplicação e componente, com estados, revisões, observações e referências.
Aplicações, componentes, repositórios, integrações, servidores, deployments e runtimes formam um mapa consultável por pessoas e agentes.
Sinais externos e idempotentes registram a saúde dos runtimes, preservam metadados úteis e apontam para procedimentos relacionados.
Textos e arquivos secretos permanecem criptografados, versionados e separados do banco, com acesso governado por permissões.
Organizações, aplicações e identidades técnicas operam dentro de fronteiras explícitas, com grupos e escopos por aplicação.
Procedimentos, inventários e capacidades versionadas ganham organização consistente e operações específicas via MCP e CLI.
A interface em uso
O workspace fictício Athena Tek simula uma pequena software house operando três aplicações de clientes. Clique em uma imagem para vê-la em tamanho maior.
Chamados, tarefas e sinais dos runtimes compõem um retrato acionável da operação.
Componentes, deployments, servidores e estado operacional permanecem relacionados.
Estado, mensagem, metadados e séries temporais são apresentados junto ao runtime.
Melhorias e tarefas preservam contexto, andamento e vínculo com a aplicação.
Regras e decisões têm contexto, estado, revisões e histórico próprios.
Procedimentos podem ser organizados, associados a componentes e ligados aos runtimes.
O loop operacional
Chamados e sinais de saúde registram o que mudou no ambiente.
A ocorrência é ligada à aplicação, aos componentes e aos runtimes afetados.
Pessoas e agentes consultam histórico, procedimentos, regras, decisões e topologia.
A identidade executa somente as operações permitidas dentro do seu escopo.
O resultado alimenta tarefas, melhorias, procedimentos e conhecimento normativo.
Agent-native por construção
O servidor MCP expõe operações de domínio sobre dados estruturados e autorizados. O agente não precisa interpretar planilhas soltas nem receber acesso irrestrito à infraestrutura.
Codex, Claude e outros clientes compatíveis podem carregar o contexto de uma aplicação, investigar ocorrências, consultar conhecimento e registrar trabalho de acordo com a identidade técnica configurada.
Use a licença que você já tem
O BIAWS não exige uma chave de API da OpenAI ou da Anthropic. Conecte o servidor MCP ao Codex autenticado pelo ChatGPT ou ao Claude Code autenticado por Pro ou Max. A execução do modelo permanece no cliente escolhido e dentro dos limites do plano.Por meio do MCP, o agente pode
O MCP do Bondia não expõe
Controles disponíveis hoje
Os mesmos controles atendem pessoas e identidades técnicas usadas por agentes.
Cada pessoa ou agente recebe apenas as operações concedidas aos seus grupos.
Consultas e alterações respeitam o espaço de trabalho atual e os sistemas autorizados.
As principais mudanças funcionais registram autoria, data e campos modificados.
A aplicação, o banco e os anexos são executados sob controle da organização.
Transparência sobre o estágio atual
O Bondia Workspaces está pronto para avaliação e desenvolvimento local. Ainda não é recomendado para dados críticos de produção.
Consultar o status do projetoProjeto independente e aberto
O Bondia Workspaces é criado e mantido por Fabiano Bondia, desenvolvedor full stack e arquiteto de software com mais de 20 anos de experiência, da concepção e desenvolvimento à implantação, manutenção e suporte.
Comece localmente
Instale o Bondia Workspaces, conecte um projeto e ofereça a pessoas e agentes uma visão compartilhada da operação e da evolução do software.